Exercícios sobre orações subordinadas substantivas
Esta lista de exercícios sobre orações subordinadas substantivas aborda esse tipo de oração que exerce funções próprias dos substantivos.
As orações subordinadas substantivas recebem esse nome porque:
A) apresentam obrigatoriamente um substantivo em sua estrutura.
B) exercem uma função sintática normalmente desempenhada por um substantivo.
C) modificam o sentido de um substantivo presente na oração principal.
D) expressam circunstâncias relacionadas ao verbo da oração principal.
E) caracterizam ou restringem um termo mencionado anteriormente.
Assinale a alternativa em que o trecho destacado é uma oração subordinada substantiva.
A) O livro que estava sobre a mesa desapareceu.
B) Voltaremos para casa quando a apresentação terminar.
C) Os estudantes disseram que concluiriam o trabalho.
D) A atleta, que treinou durante meses, venceu a competição.
E) O trânsito ficou lento porque houve um acidente.
Relacione cada oração subordinada substantiva à função sintática que ela exerce.
1. Minha maior preocupação era que o prazo terminasse.
2. O pesquisador desconfiava de que os dados estavam incompletos.
3. A equipe tinha esperança de que o projeto fosse aprovado.
4. É recomendável que os documentos sejam conferidos.
5. A gerente informou que a loja fecharia mais cedo.
( ) Sujeito.
( ) Objeto direto.
( ) Objeto indireto.
( ) Complemento nominal.
( ) Predicativo do sujeito.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
A) 4 – 5 – 2 – 3 – 1.
B) 2 – 1 – 5 – 3 – 4.
C) 3 – 5 – 1 – 4 – 2.
D) 4 – 1 – 2 – 5 – 3.
E) 5 – 2 – 4 – 1 – 3.
As orações subordinadas substantivas podem ser introduzidas pela conjunção integrante “se”. Assinale a alternativa em que “se” exerce essa função.
A) Os atletas se prepararam para a competição.
B) O passeio será cancelado se chover durante a manhã.
C) Precisa-se de funcionário com experiência.
D) Alugam-se apartamentos próximos à universidade.
E) Ninguém sabia se os ingressos ainda estavam disponíveis.
Assinale a alternativa em que a classificação da oração subordinada substantiva destacada está correta.
A) É fundamental que a equipe cumpra os prazos. ➝ oração subordinada substantiva objetiva direta.
B) O coordenador confirmou que a reunião ocorreria à tarde. ➝ oração subordinada substantiva subjetiva.
C) Os moradores desconfiavam de que a obra seria interrompida. ➝ oração subordinada substantiva objetiva indireta.
D) Nossa esperança era que o problema fosse resolvido rapidamente. ➝ oração subordinada substantiva completiva nominal.
E) A diretora fez uma exigência: que todos entregassem os formulários. ➝ oração subordinada substantiva predicativa.
(Quadrix 2025)
Emerita
Emerita. Um nome ou um anagrama? Por mais que pareça coincidência, gostava de viajar. Aí o tédio soprou‑lhe ao ouvido que era hora de mais emoção. E estava certa (como não?), só errou na dose. Largou o marido e pegou um traficante famoso. Os primeiros meses foram adrenalínicos. Praia, montanha, motos, carros, servos, dinheiro e sexo, tudo num estalo.
Aí veio o desfibrilador: cela para ela, caixão fechado para ele. Dez anos após estava livre, pobre, endividada e dez anos mais velha. O ex‑marido ainda era servidor público e pai dedicado. E marido há cerca de 9 anos.
Internet: folhadabaixada.com.br (com adaptações).
Com base nos aspectos gerais do texto, julgue o item a seguir:
Em “Aí o tédio soprou‑lhe ao ouvido que era hora de mais emoção”, o elemento “que” classifica‑se como conjunção integrante.
( ) Certo
( ) Errado
(Quadrix 2026 - adaptada)
Dados genéticos e proteção da privacidade: biobancos e a aplicação da LGPD
A informação genética ocupa um lugar peculiar no sistema jurídico por seu caráter híbrido. É, ao mesmo tempo, um dado individual, profundamente identitário, e um dado relacional, com implicações para familiares, grupos étnicos e até populações inteiras.
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) classificou os dados genéticos como sensíveis, sujeitando‑os a um regime mais rigoroso de tratamento. Entretanto, os dispositivos legais revelam‑se insuficientes diante da complexidade das novas práticas envolvendo bancos de dados genômicos, especialmente os biobancos. [...]
A LGPD exige que o consentimento para o tratamento de dados sensíveis seja livre, informado, inequívoco e vinculado a finalidades específicas. No entanto, a prática da pesquisa científica, especialmente em genética, frequentemente demanda o uso futuro e não previsto dos dados. Isso gera impasses jurídicos quanto à validade do consentimento amplo.
[...]
O risco de mercantilização da informação genética, sobretudo no setor privado, também deve ser enfrentado com seriedade. O crescimento de empresas que oferecem testes genéticos diretos ao consumidor ilustra uma nova forma de economia de dados, em que a genômica se converte em produto de mercado.
Portanto, mais do que adequar a prática científica aos limites da LGPD, é necessário repensar os próprios fundamentos da regulação da genética humana. [...]
Internet: www.conjur.com.br (com adaptações).
Acerca do texto e dos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
No trecho “A LGPD exige que o consentimento para o tratamento de dados sensíveis seja livre, informado, inequívoco e vinculado a finalidades específicas.”, a oração introduzida pela conjunção “que” exerce a função de objeto direto do verbo “exigir”.
( ) Certo.
( ) Errado.
(Quadrix 2025 - adaptada)
A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa sistemática. É desejável que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico.
A pesquisa em sala de aula insere‑se no campo da pesquisa social e pode ser construída de acordo com um paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou com um paradigma qualitativo, que provém da tradição epistemológica conhecida como interpretativismo. O positivismo e o interpretativismo são as duas principais tradições no desenvolvimento da pesquisa social. [...]
Durante o século XX, a humanidade avançou mais na produção de conhecimento científico do que em todos os milênios de sua existência até agora. As ciências estão organizadas em associações científicas, guardiãs da tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
[...]
BORTONI‑RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10‑12 (com adaptações).
No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.
O papel da oração “que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico” no período “É desejável que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico” é o de complementar a significação do adjetivo “desejável”.
( ) Certo.
( ) Errado.
(IADES 2025)
Cresci brincando no chio entre formigas. De uma infância livre e sem comparamentos. Eu tinha mais comunhão com as coisas do que comparação. Porque se a gente fala a partir de ser criança, a gente faz comunhão de um orvalho e sua aranha, de uma tarde e suas garças, de um pássaro e sua árvore. Então eu trago de minhas raízes crianceiras a visão comungante e oblíqua das coisas. Eu sei dizer sem pudor que o escuro me ilumina. É um paradoxo que ajuda a poesia e que eu falo sem pudor. Eu tenho que essa visão oblíqua vem de eu ter sido criança em algum lugar perdido onde havia transfusão da natureza e comunhão com ela. Era o menino e os bichinhos. O menino e o rio. Era o menino e as árvores.
BARROS, Manoel de. Meu quintal é maior do que o mundo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2025,
Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue (C ou E) o item a seguir.
O paradoxo ao qual o narrador se refere esta contido na oração que exerce função de complemento direto em relação à oração principal “Eu sei dizer sem pudor”, apresentada no período anterior.
( ) Certo.
( ) Errado.
(UECE-CEV 2024)
81% dos adolescentes têm dois ou mais fatores de risco para saúde, aponta pesquisa da UFMG e Unifesp
Do HOJE EM DIA - portal@hojeemdia.com.br em 18/07/2024. Adaptado.
Assinale a opção em que o termo destacado funciona como conjunção integrante.
A) “Alanna Silva reforça que as DCNTs contribuem para o aumento das desigualdades sociais, incapacidade, hospitalização e redução da qualidade de vida.” (linhas 35-37)
B) “Mais de 80% dos adolescentes têm dois ou mais fatores de risco que podem levar a doenças crônicas não transmissíveis.” (linhas 03-05)
C) “É o que mostra trabalho feito por pesquisadores das universidades federais de Minas (UFMG) e de São Paulo (Unifesp).” (linhas 06-09)
D) “Ao mesmo tempo, a implementação de políticas intersetoriais é crucial para promover melhores condições de vida e saúde, afirmou ela, que é a primeira autora da pesquisa.” (linhas 31-34)
(FUNCERN 2025 - adaptada)
Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários
Por Gina Vieira Ponte
A função social da escola é garantir a todas(os) que passam pelos seus portões o acesso ao conhecimento científico poderoso que nos conecta com o que a humanidade foi construindo como saber, como experiência, como conhecimento, como marco civilizatório, ao longo do seu processo evolutivo.
[...]
Por muitos anos, o país construiu uma proposta pedagógica de ensino de Língua Portuguesa muito mais sustentada na ideia de confirmar às(aos) estudantes das camadas populares a sua suposta incompetência em relação a falar e utilizar a própria língua de forma escrita do que para fortalecer, de fato, os seus saberes e conhecimentos sobre ela (Soares, 2002).
A concepção de sociedade, a partir da qual esse ensino de língua foi proposto, anunciava a condição de subordinação das classes populares às classes dominantes. […] Também é importante relacionar essa concepção de ensino de língua com a nossa herança colonial. Sendo o Brasil um país de base histórica escravocrata e racista, muitas das teorias produzidas para pensar a educação brasileira, bem como o ensino de línguas, eram reproduções de ideias europeias que partiam da compreensão de que os grupos sociais miscigenados eram considerados incapazes (Patto, 2015).
A nossa riqueza cultural, a nossa diversidade como país está, em grande medida, materializada na diversidade linguística que nos constitui. Uma vez que a linguagem é o principal produto da cultura e o principal elemento para a sua transmissão, ignorar a diversidade linguística que nos constitui é restringir e aligeirar o trabalho realizado no ensino de línguas [...].
PONTE, Gina Vieira. Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários. Na Ponta do Lápis, São Paulo, ed. 41, p. 7-15, set. 2024. Disponível em: https://www.cenpec.org.br/pesquisa/na-ponta-do-lapis/. Acesso em: 28 mai. 2025. [Texto adaptado]
Leia e analise o excerto a seguir:
Sendo o Brasil um país de base histórica escravocrata e racista, muitas das teorias produzidas para pensar a educação brasileira, bem como o ensino de línguas, eram reproduções de ideias europeias que partiam da compreensão de que os grupos sociais miscigenados eram considerados incapazes (Patto, 2015).
O fragmento destacado classifica-se como oração
A) adjetiva explicativa.
B) substantiva objetiva indireta.
C) adjetiva restritiva.
D) substantiva completiva nominal.
(AMEOSC 2025 – adaptada)
Por mais desenho animado
Minha esposa é apaixonada por animações e filmes infantis. Não a censuro. Entendo seu fascínio por lugares onde a magia do bem prevalece, em contraste com uma realidade carente de exemplos inspiradores.
O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir às lutas da vida. Os desenhos animados da infância traziam mensagens importantes: quem age com maldade sempre acaba derrotado.
O Coiote não capturava o Papa-Léguas, Tom sempre era enganado por Jerry, e Hortelino terminava como piada do Pernalonga. Vilões como Dick Vigarista e Frajola nunca triunfavam. Essas lições reforçavam que não era azar, mas havia uma justiça invisível protegendo o bem.
Quero acreditar em que o universo recompensa quem age com cuidado e equidade, respeitando seu lugar e evitando desonestidades. A justiça não é só para crianças; adultos também podem aprender com essas histórias.
Respeitar, agir com gentileza e seguir pelo caminho do bem trazem recompensas duradouras, mesmo que demorem. O sucesso baseado no ódio é efêmero, enquanto a verdade e a retidão triunfam com o tempo.
Deixe o destino agir contra aqueles que foram como os vilões dos desenhos em sua vida. Afinal, o que vai, volta.
Fabricio Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/por-mais-desenh o-animado-1.3344603
Sobre as orações presentes no período “Essas lições reforçavam que não era azar, mas havia uma justiça invisível protegendo o bem”, analise as alternativas abaixo e escolha a correta:
A) O período é composto por uma oração coordenada assindética: “Essas lições reforçavam que não era azar”, e uma oração subordinada adjetiva explicativa: “mas havia uma justiça invisível protegendo o bem.”
B) O período apresenta uma oração principal, “Essas lições reforçavam”, seguida de uma oração subordinada substantiva completiva: “que não era azar”.
C) O período apresenta uma oração subordinada substantiva objetiva direta “que não era azar” e uma oração coordenada sindética adversativa “mas havia uma justiça invisível protegendo o bem.”
D) O período é composto por uma oração coordenada sindética: “Essas lições reforçavam que não era azar” e uma oração subordinada substantiva objetiva direta “que não era azar.”
Alternativa B
A oração subordinada substantiva exerce uma função sintática que poderia ser desempenhada por um substantivo ou pronome, como sujeito, objeto, complemento nominal, entre outros.
A alternativa A está incorreta porque a classificação não depende da presença de um substantivo no interior da oração. C é incorreta porque as orações que caracterizam ou restringem um substantivo são subordinadas adjetivas. D é incorreta porque a expressão de circunstâncias, como causa, tempo e condição, é própria das orações subordinadas adverbiais. Por fim, a E é incorreta porque caracterizar ou restringir um termo anterior é uma função típica das orações subordinadas adjetivas.
Alternativa: C
“Que concluiriam o trabalho” completa diretamente o sentido do verbo “disseram”. É possível substituí-la por “isso”: “Os estudantes disseram isso”. Portanto, essa é uma oração subordinada substantiva com função de objeto direto.
A alternativa A é incorreta: “que estava sobre a mesa” caracteriza o substantivo “livro”, sendo essa uma oração subordinada adjetiva restritiva. B é incorreta, pois “quando a apresentação terminar” indica o momento da volta, sendo portanto uma oração subordinada adverbial temporal.
A alternativa D está incorreta porque “que treinou durante meses” acrescenta uma explicação sobre “a atleta”, sendo uma oração subordinada adjetiva explicativa. Por fim, E é incorreta, pois “porque houve um acidente” apresenta a causa da lentidão do trânsito, sendo uma oração subordinada adverbial causal.
Alternativa: A.
A oração 4 funciona como sujeito da oração principal “é recomendável”.
A oração 5 completa o sentido do verbo “informou”, exercendo função sintática de objeto direto.
A oração 2 completa o sentido do verbo “desconfiava”, exigindo a preposição “de”; portanto, exerce função sintática de objeto indireto.
A oração 3 completa o sentido do substantivo “esperança”, exercendo função sintática de complemento nominal.
A oração 1 caracteriza o sujeito “minha maior preocupação”, exercendo função sintática de predicativo do sujeito.
Alternativa: E
O termo “se” é uma conjunção integrante, pois introduz a oração subordinada substantiva “se os ingressos ainda estavam disponíveis”, que completa diretamente o sentido do verbo “sabia”.
A) Incorreta. O termo “se” é um pronome reflexivo, pois indica que os atletas prepararam a si mesmos.
B) Incorreta. O termo “se” é uma conjunção subordinativa condicional, pois introduz a condição para o cancelamento do passeio.
C) Incorreta. O termo “se” é um índice de indeterminação do sujeito, pois acompanha o verbo transitivo indireto “precisar”.
D) Incorreta. O termo “se” é uma partícula apassivadora, pois a oração pode ser transformada em “Apartamentos próximos à universidade são alugados”.
Alternativa: C
A oração “de que a obra seria interrompida” completa o sentido do verbo “desconfiavam” e é introduzida pela preposição “de”, classificando-se como oração subordinada substantiva objetiva indireta.
A é incorreta, pois a oração “que a equipe cumpra os prazos” exerce a função de sujeito da oração principal, classificando-se como oração subordinada substantiva subjetiva. B é incorreta, pois a oração“que a reunião ocorreria à tarde” completa diretamente o sentido do verbo “confirmou”, classificando-se como oração subordinada substantiva objetiva direta.
A alternativa D está incorreta. A oração “que o problema fosse resolvido rapidamente” funciona como predicativo do sujeito “nossa esperança”, classificando-se como oração subordinada substantiva predicativa. E também é incorreta, pois a oração “que todos entregassem os formulários” especifica o conteúdo do substantivo “exigência” e aparece depois de dois-pontos, classificando-se como oração subordinada substantiva apositiva.
Certo.
Em “o tédio soprou-lhe ao ouvido que era hora de mais emoção”, o termo “que” introduz uma oração que completa o sentido do verbo “soprou”. É, portanto, uma conjunção integrante, e a oração introduzida por ela é subordinada substantiva objetiva direta.
Certo.
A oração em questão completa diretamente o sentido do verbo transitivo direto “exige”. A estrutura pode ser reduzida a “A LGPD exige isso”. Portanto, a oração exerce função de objeto direto e classifica-se como oração subordinada substantiva objetiva direta.
Errado.
A oração em questão não completa o sentido do adjetivo “desejável”. Ela exerce a função de sujeito da oração principal “É desejável”. A estrutura pode ser reorganizada como “Isso é desejável”. Portanto, trata-se de uma oração subordinada substantiva subjetiva.
Certo.
O paradoxo mencionado pelo narrador encontra-se em “que o escuro me ilumina”, pois a ideia de o escuro produzir iluminação reúne sentidos aparentemente contraditórios. Além disso, essa oração completa diretamente o sentido da locução verbal “sei dizer”: “Eu sei dizer isso”. Assim, exerce função de objeto direto e classifica-se como oração subordinada substantiva objetiva direta.
Alternativa: A
Em “Alanna Silva reforça que as DCNTs contribuem para o aumento das desigualdades sociais”, o termo “que” é uma conjunção integrante. Ele introduz uma oração que completa diretamente o sentido do verbo “reforça”, classificando-se como oração subordinada substantiva objetiva direta.
B é incorreta, pois em “fatores de risco que podem levar a doenças crônicas”, o termo “que” retoma a expressão “fatores de risco”. Portanto, é um pronome relativo e introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva. A alternativa C é incorreta: em “É o que mostra trabalho feito por pesquisadores”, a expressão “o que” retoma uma informação apresentada anteriormente. Nesse contexto, “que” funciona como pronome relativo, e não como conjunção integrante.
Por fim, D é incorreta, pois em “ela, que é a primeira autora da pesquisa”, o termo “que” retoma o pronome “ela”. É, portanto, um pronome relativo que introduz uma oração subordinada adjetiva explicativa.
Alternativa: D.
A oração “de que os grupos sociais miscigenados eram considerados incapazes” completa o sentido do substantivo abstrato “compreensão” e é introduzida pela preposição “de”. Assim, ela classifica-se como oração subordinada substantiva completiva nominal.
A está incorreta. A oração destacada não caracteriza nem explica um substantivo anterior, pois não é introduzida por um pronome relativo.
B está incorreta. A oração não completa o sentido de um verbo transitivo indireto. Ela se relaciona ao substantivo “compreensão”.
C está incorreta. A oração não restringe o sentido de um substantivo anterior, pois o termo “que” não retoma nenhum antecedente.
Alternativa: C.
A oração “que não era azar” completa diretamente o sentido do verbo “reforçavam”, exercendo função de objeto direto. Por isso, classifica-se como oração subordinada substantiva objetiva direta. Já “mas havia uma justiça invisível protegendo o bem” é uma oração coordenada sindética adversativa, introduzida pela conjunção “mas”.
A está incorreta. “Essas lições reforçavam que não era azar” não é uma oração coordenada assindética. Nesse trecho, “Essas lições reforçavam” é a oração principal, e “que não era azar” é uma oração subordinada substantiva objetiva direta. Além disso, “mas havia uma justiça invisível protegendo o bem” não caracteriza nem explica um termo anterior, portanto não é uma oração subordinada adjetiva explicativa.
B está incorreta. Embora “Essas lições reforçavam” seja a oração principal, a oração “que não era azar” completa diretamente o sentido do verbo “reforçavam”, classificando-se especificamente como oração subordinada substantiva objetiva direta.
D está incorreta. “Essas lições reforçavam que não era azar” não é uma oração coordenada sindética, mas um trecho formado pela oração principal “Essas lições reforçavam” e pela oração subordinada substantiva objetiva direta “que não era azar”.