O que são conjunções integrantes?
A) São termos que ligam uma oração subordinada substantiva a uma oração principal.
B) São palavras que indicam circunstância de tempo, de modo, de lugar ou de intensidade.
C) São termos que substituem um nome já mencionado anteriormente no texto.
D) São palavras que ligam orações independentes, sem relação de subordinação.
E) São expressões usadas para indicar oposição entre duas ideias.
Questão: 2
Quais palavras podem exercer função de conjunção integrante?
A) “ou” e “nem”.
B) “mas” e “porém”.
C) “porque” e “pois”.
D) “quando” e “enquanto”.
E) “que” e “se”.
Questão: 3
Leia a frase:
“Tenho esperança de que a situação melhore em breve.”
A oração introduzida por “que” completa o sentido de qual termo?
A) Do termo “tenho”.
B) Do termo “esperança”.
C) Do termo “situação”.
D) Do termo “melhore”.
E) Do termo “breve”.
Questão: 4
Leia este período:
“Minha dúvida é se o documento foi enviado no prazo.”
Nele, a conjunção integrante “se” foi usada porque:
A) liga duas orações independentes entre si.
B) indica uma comparação entre duas informações da frase.
C) apresenta uma condição para que a reunião aconteça.
D) introduz uma oração que completa o sentido do termo “dúvida”.
E) marca uma consequência da oração anterior.
Questão: 5
Leia as sentenças a seguir:
I. Ela não sabia se você havia recebido o convite.
II. Nós não iremos se vocês não forem.
III. Não se falava em outra coisa naquele dia!
IV. Eu não entendo por que o meu cachorro é tão desconfiado.
V. É importante que nós estejamos organizados.
VI. Aconteceu tudo tão rápido que eu nem percebi.
Em quais sentenças as palavras grifadas exercem função de conjunção integrante?
A) I, III e V.
B) II e VI.
C) I e V.
D) II, IV e VI.
E) III, IV e V.
Questão: 6
(Vunesp)
Os nem-nem
Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.
O poder público deve implementar políticas para lidar com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de 9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo – quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus demográfico.
A principal causa do abandono escolar é a busca por emprego. O problema é que, com formação precária, os jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação. Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.
A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational education and training): programas de orientação vocacional aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental, portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil peca nesse quesito.
Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso do país nessa seara.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado é uma conjunção integrante.
A) … que impacta não apenas a renda de 9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo…
B) … quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus demográfico.
C) O problema é que, com formação precária, os jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação.
D) É fundamental, portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil peca nesse quesito.
E) Não é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso do país nessa seara.
Questão: 7
(Facet) Assinale a alternativa em que o “Se” é uma conjunção integrante:
A) Eu perguntei se ele fará a prova.
B) Eles se cumprimentaram.
C) Ela suicidou-se.
D) Confia-se em Deus.
E) Deu-se um presente ao senhor.
Questão: 8
(Uece - CEV)
81% dos adolescentes têm dois ou mais fatores de risco para saúde, aponta pesquisa da UFMG e Unifesp



Do HOJE EM DIA - portal@hojeemdia.com.br em 18/07/2024 . Adaptado.
Assinale a opção em que o termo destacado funciona como conjunção integrante.
A) “Alanna Silva reforça que as DCNTs contribuem para o aumento das desigualdades sociais, incapacidade, hospitalização e redução da qualidade de vida.” (linhas 35-37)
B) “Mais de 80% dos adolescentes têm dois ou mais fatores de risco que podem levar a doenças crônicas não transmissíveis.” (linhas 03-05)
C) “É o que mostra trabalho feito por pesquisadores das universidades federais de Minas (UFMG) e de São Paulo (Unifesp).” (linhas 06-09)
D) “Ao mesmo tempo, a implementação de políticas intersetoriais é crucial para promover melhores condições de vida e saúde, afirmou ela, que é a primeira autora da pesquisa.” (linhas 31-34)
Questão: 9
(Igeduc) Julgue o item que se segue.
Em “Choveu que alagou tudo”, “Acho que não podemos” e “Tenho que tentar”, “que” apresenta função de, respectivamente, conjunção adverbial, conjunção integrante e preposição.
( ) Certo
( ) Errado
Questão: 10
(Ameosc)

De acordo com as partículas “que” presentes no Texto, analise:
I. A partícula “que” (linha 5) exerce função morfológica de conjunção integrante;
II. As partículas “que” presentes nas linhas 9 e 25, respectivamente, exercem a mesma função morfológica;
III. No Texto, não há partículas “que” exercendo função morfológica de conjunção integrante.
Dos itens acima
A) Apenas o item II está correto.
B) Apenas os itens I e II estão corretos.
C) Apenas o item III está correto.
D) Apenas os itens II e III estão corretos.
Questão: 11
(Unespar) Antes de responder à questão, leia o texto a seguir:
Nostalgia: nossas memórias se tornaram um produto?
Ana Luiza Pires
Lucas Mascarenhas de Miranda
Você já se pegou pensando nos 'bons e velhos tempos'? Já assistiu a um desenho antigo ou ouviu uma música que marcou sua infância? Já visitou a casa de um ente querido que não via há anos ou encontrou fotos da sua infância e de lugares em que nunca mais esteve? Essas situações costumam nos provocar um sentimento muito diferente, chamado de nostalgia. E engana-se quem pensa que ele está ligado apenas a lembranças de momentos especiais que vivemos na nossa vida. A nostalgia pode nos conectar até a épocas que sequer vivemos e a experiências que nunca tivemos, mas que, de alguma forma, nos tocam profundamente. Mas de onde vem essa sensação? O que significa 'sentir nostalgia'?
Em 1688, o médico suíço Johannes Hofer ( 1669-1752) identificou uma doença misteriosa que se apresentava como uma saudade patológica de casa e levava a diversos sintomas físicos e mentais. E foi da junção das palavras do grego antigo nóstos ('regresso ao lar') e álgos ('dor' ou 'sofrimento') que nasceu o termo 'nostalgia'.
Soldados que iam para guerras, jovens que deixavam seus lares para estudar fora, indivíduos escravizados que eram arrancados de suas terras, muitas foram as pessoas diagnosticadas e até vitimadas pela nostalgia.
Com o tempo, o significado do termo foi se modificando até chegar a esse sentimento que conhecemos hoje, uma espécie de saudade de épocas passadas, de momentos vividos ou não, mas que nos parecem familiares e nos tocam. A forma como entendemos a nostalgia mudou tanto ao longo dos séculos que hoje muitos a enxergam como um sentimento potencialmente bom, que desencadeia emoções boas.
E se a nostalgia é algo bom e nos afeta tanto, ela se toma um poderoso meio de acessar nossos sentimentos e influenciar nossas decisões.
O uso de memórias afetivas em filmes e séries se tornou uma prática comum e, mais do que isso, uma poderosa estratégia para atrair público e aumentar vendas, ao explorar o vínculo emocional que as pessoas têm com o passado.
Você já ouviu falar em remake, reboot ou revival? Eles nos ajudam a entender como algumas obras despertam tanto nosso interesse, especialmente quando envolvem nossas memórias ou reinterpretações de histórias que já conhecemos.
Um remake é uma nova versão de uma obra já existente, mas com a mesma história. Os remakes podem trazer novas abordagens, novos elementos, mudanças de elenco, mas sem mudanças significativas no enredo. Já o reboot é uma obra que reinicia uma história, desconsiderando versões anteriores e trazendo mudanças expressivas, mas resgatando o universo e os personagens. Por fim, o revival acontece quando uma série ou franquia retorna com uma continuação direta, mesmo após ter sido considerada finalizada.
Essas três formas de adaptar histórias já contadas estão presentes em várias iniciativas, trazendo de volta grandes sucessos da TV e do cinema e até atores e atrizes que marcaram épocas e fizeram parte da vida de uma geração inteira.
Um exemplo notável é a atriz Winona Ryder, que, após se destacar nas telas nos anos 1980 e 1990, voltou ao estrelato em 2016 com a série Stranger things, que revive a estética dos anos I980, conquistando tanto os fãs daquela época quanto uma nova geração de espectadores.
Diversas outras séries originais também buscam resgatar memórias, apresentando histórias ambientadas em períodos passados e reavivando a estética, a narrativa e o contexto vivido naquele tempo. O apelo à nostalgia nas mídias é uma forma de garantia de retomo econômico que atravessa gerações, atraindo tanto quem viveu aquele período quanto novos públicos.
Na TV aberta nacional, essa tendência se manifesta há anos em remakes de grandes novelas, mas podemos citar exemplos atuais como Pantanal e Renascer. Em 2025, a telenovela Êta mundo bom! (20162017) ganhará uma continuidade, algo incomum de se ver na televisão. Em 2024, vimos as continuações de dois grandes sucessos dos anos 2000: o filme O auto da compadecida 2 e a série Cidade de Deus: a luta não para.
Na indústria norte-americana, também temos vários exemplos de adaptações de obras consagradas, como o recente lançamento do filme Wicked, que mostra a história não contada das bruxas do clássico O mágico de Oz, e o reboot da saga Harry Potter, previsto para ser lançado em 2026 e que contou com testes de mais de 32 mil crianças para compor o trio de ouro na nova versão da história.
Embora reboots, remakes e revivals não sejam novidade, é notável que a indústria do entretenimento tem investido cada vez mais em adaptações de títulos já conhecidos. E um dos motivos, além do fato de ser uma ótima estratégia comercial, são as crescentes possibilidades que a tecnologia nos oferece de preservar a memória e acessar obras antigas.
Um marco importante para o audiovisual foi o surgimento das fitas de vídeo na década de 1950, o que mudou completamente a programação televisiva. Antes dessa inovação, todos os programas eram transmitidos ao vivo. Os artistas e a equipe técnica precisavam executar tudo em tempo real, o que significava que qualquer erro se tornava parte da transmissão. Além disso, os canais não tinham conteúdo suficiente para preencher todos os horários.
Com as fitas, os programas passaram a ser gravados, editados e exibidos posteriormente, o que abriu novas possibilidades criativas. Essa mudança não só facilitou a exibição de reprises, mas também permitiu que novas gerações tivessem acesso a programas clássicos, resgatando conteúdos do passado.
Hoje, com a digitalização de arquivos e a popularização das plataformas de streaming e das redes sociais, o passado está mais acessível do que nunca nas mídias digitais. Isso torna a nostalgia uma ferramenta poderosa não apenas por mexer com nossas emoções, mas também por atingir um número cada vez maior de pessoas.
Nesse cenário, o serviço de streaming Netflix se destaca por ser pioneiro no formato e, principalmente, por explorar a nostalgia de forma estratégica, com um vasto catálogo de produções que usam a memória para criar conexões emocionais com o público. Mas, afinal, quais são essas estratégias?
A Netflix nasceu em 1997 como um serviço de aluguel de filmes e revolucionou o mercado ao criar um modelo de assinatura mensal, sem multas por atraso. A plataforma foi a primeira a lançar o serviço de streaming e, não à toa, se tornou uma das mais populares do mundo, disponível em mais de 190 países.
Por muito tempo, fomos limitados pelos horários da grade da TV para assistir aos nossos programas favoritos, sendo necessário esperar por um horário específico para ver aquele filme ou novela que tanto desejávamos. Mas o formato on demand (sob demanda) dos streamings nos deu o poder de assistir aos conteúdos a qualquer momento e em qualquer lugar.
Em 2012, a Netflix começou a investir em produções originais e a experimentar novas estratégias para ampliar seu público. Nesses lançamentos, a nostalgia começou a se destacar como uma ferramenta poderosa, trazendo impactos positivos nos números e nas críticas.
Usando a nostalgia como uma de suas principais estratégias mercadológicas, a plataforma produziu adaptações e continuações de séries clássicas, bem como obras originais ambientadas em épocas marcantes para diversas gerações. A série Gilmore girls, por exemplo, foi transmitida originalmente pelo canal The CW entre 2000 e 2007 e, em 2016, ganhou um reviva! pela Netflix, que retomou a história das personagens dez anos após os eventos da última temporada.
No cenário brasileiro, a série De volta aos 15 apresenta um retrato fiel dos anos 2000 e suas peculiaridades. A produção resgata elementos que marcaram a vida de toda uma geração, como as roupas características da época, os hits musicais que estavam no topo das paradas e a popularização dos blogues.
Um dos casos de maior sucesso recente da plataforma é a série Stranger things. Com sua ambientação nos anos 1980, repleta de referências culturais da época, desde cenários e figurinos até músicas e quadrinhos, a produção homenageia clássicos do cinema, jogos de RPG e outros elementos.
E o efeito da nostalgia é tão poderoso que até jovens que não viveram os anos 1980 experimentam um sentimento nostálgico, uma espécie de saudade do que não viveram. O poder financeiro dessa ferramenta pode ser percebido pela quantidade de produtos licenciados que fazem referência ao universo da série, pelas lojas temáticas, pelos jogos, pelas exposições interativas ao redor do mundo e pelo sucesso repentino e estrondoso da música 'Running up that hill ', de Kate Bush. Após ser usada em uma das cenas mais memoráveis de um episódio da quarta temporada (2022), a canção voltou às paradas, impulsionando um renascimento da música dos anos 1980 e levando o álbum de Kate Bush a um novo sucesso, 37 anos após seu lançamento.
Pode ser complexo tentar explicar, sob a ótica da psicologia, como a nostalgia é capaz de afetar nossos sentimentos e nos tornar mais suscetíveis ao consumo. Mas, quando olhamos apenas para os seus efeitos, fica evidente que esse poder existe e vem sendo muito utilizado. E não apenas a Netflix e os demais streamings se valem da nostalgia. Diversas produções, seja na TV, seja no cinema e em outras mídias, têm explorado essa ferramenta de forma magistral, utilizando remakes, reboots e revivals para conquistar tanto gerações mais velhas quanto o público jovem, que se vê imerso em narrativas e estéticas de tempos passados.
Essa conexão entre o passado e o presente e essa transformação da memória em mercadoria mostram como as emoções humanas, especialmente a saudade e o apego, são constantemente manipuladas em um mercado cada vez mais orientado para a experiência.
A nostalgia, mais do que um simples sentimento, tornou-se um dos pilares da cultura contemporânea, demonstrando que, de fato, o passado não apenas vive em nossa memória, mas também se reinventa a cada nova geração, se materializa em produtos e, acima de tudo, se vende.
Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/a1tigo/nostalgia-nossas-memorias-se-tornaram-um-produto/
Considere as asserções a respeito da função desempenhada pela palavra "que" nas orações a seguir:
I. "Já visitou a casa de um ente querido que não via há anos[ ... ]?" - pronome relativo;
II. "O que significa 'sentir nostalgia'?" - conjunção subordinativa integrante;
III. "A forma como entendemos a nostalgia mudou tanto ao longo dos séculos que hoje muitos a enxergam como um sentimento potencialmente bom[ ... ]" - conjunção subordinativa consecutiva;
lV. "É notável que a indústria do entretenimento tem investido cada vez mais em adaptações de títulos já conhecidos." - conjunção subordinativa integrante.
Estão corretas:
A) Apenas I e II.
B) Apenas II e III.
C) Apenas I e IV.
D) Apenas I, III e IV.
E) I, II, III e lV.
Questão: 12
(UFRGS)


No bloco superior abaixo, estão indicadas classes gramaticais; no inferior, partículas que retiradas do texto.
Associe corretamente o bloco inferior ao superior.
1. Pronome relativo.
2. Conjunção integrante.
3. Pronome interrogativo.
( ) que (l. 18).
( ) que (l. 22).
( ) que (l. 24).
( ) que (l. 32).
( ) que (l. 42).
( ) que (l. 50).
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
A) 1 – 2 – 2 – 1 – 1 – 3.
B) 2 – 1 – 3 – 1 – 1 – 1.
C) 1 – 2 – 1 – 3 – 2 – 3.
D) 1 – 1 – 2 – 1 – 3 – 2.
E) 2 – 1 – 1 – 3 – 3 – 2.
Alternativa A.
A) Correta. As conjunções integrantes introduzem orações subordinadas substantivas, ligando-as à oração principal.
B) Incorreta. Essa definição aproxima-se da classe dos advérbios.
C) Incorreta. Essa é uma das funções comuns dos pronomes.
D) Incorreta. Essa definição refere-se às conjunções coordenativas.
E) Incorreta. Essa é uma relação atribuída às conjunções coordenativas adversativas.
Questão: 2
Alternativa E.
A) Incorreta. “Ou” e “nem” são conjunções coordenativas.
B) Incorreta. “Mas” e “porém” são conjunções coordenativas adversativas.
C) Incorreta. “Porque” e “pois” são conjunções que podem indicar explicação ou causa, então não funcionam como conjunções integrantes.
D) Incorreta. “Quando” e “enquanto” são palavras que geralmente indicam tempo, não funcionando como conjunções integrantes.
E) Correta. As conjunções integrantes são “que” e “se”.
Questão: 3
Alternativa B.
A) Incorreta. A oração não completa diretamente o verbo “tenho”.
B) Correta. A oração “de que a situação melhore em breve” completa o sentido do substantivo “esperança”.
C) Incorreta. “Situação” é termo interno da oração subordinada.
D) Incorreta. “Melhore” é o verbo da oração subordinada.
E) Incorreta. “Breve” indica tempo aproximado, não é o termo completado pela oração.
Questão: 4
Alternativa D.
A) Incorreta. Há relação de subordinação entre as orações.
B) Incorreta. Não há comparação nesse período.
C) Incorreta. A palavra “se” não indica condição nesse caso.
D) Correta. A conjunção integrante “se” introduz uma oração subordinada que exerce função de predicativo do sujeito, já que atribui uma qualidade ao sujeito “minha dúvida”.
E) Incorreta. Não há relação de consequência nesse período.
Questão: 5
Alternativa C.
C) Correta.
Em I, a palavra “se” introduz uma oração que completa o sentido de “sabia”, funcionando como conjunção integrante.
Em II, a palavra “se” indica condição, funcionando como conjunção subordinativa condicional. Não é uma conjunção integrante, pois não introduz uma oração subordinada substantiva (e sim uma oração subordinada adverbial).
Em III, “se” funciona como índice de indeterminação do sujeito. Não é uma conjunção integrante, pois não introduz nenhuma oração subordinada.
Em IV, “que” faz parte do termo “por que”, que introduz uma pergunta indireta e equivale a “por qual motivo”. Portanto, não funciona como conjunção integrante, já que não serve para introduzir uma oração subordinada.
Em V, a palavra “que” introduz a oração subordinada que funciona como sujeito de “é importante”, sendo classificada como conjunção integrante.
Em VI, a palavra “que” indica consequência, funcionando como conjunção subordinativa consecutiva. Não é uma conjunção integrante, pois não introduz uma oração subordinada substantiva (e sim uma oração subordinada adverbial).
Questão: 6
Alternativa C.
A) Incorreta. A palavra “como” não exerce função de conjunção integrante. No trecho, ela faz parte de uma locução conjuntiva que estabelece relação de adição e de correlação entre duas ideias, em “não apenas... como...”.
B) Incorreta. A palavra “quando” não exerce função de conjunção integrante. No trecho, ela funciona como conjunção subordinativa temporal, estabelecendo uma relação de tempo entre duas ideias.
C) Correta. A palavra “que” pode exercer função de conjunção integrante. No trecho “O problema é que...”, ela introduz uma oração subordinada substantiva predicativa, que depende de outra oração principal no enunciado.
D) Incorreta. A palavra “portanto” não exerce função de conjunção integrante. Ela é uma conjunção coordenativa que indica conclusão.
E) Incorreta. A palavra “mas” não exerce função de conjunção integrante. Ela indica oposição ou contraste entre duas ideias, funcionando como conjunção coordenativa adversativa.
Questão: 7
Alternativa A.
A) Correta. Em “Eu perguntei se ele fará a prova”, a palavra “se” introduz uma oração que completa o sentido do verbo “perguntei”, ou seja, uma oração subordinada substantiva objetiva direta. Assim, “se” funciona como conjunção integrante.
B) Incorreta. Em “Eles se cumprimentaram”, “se” é pronome oblíquo.
C) Incorreta. Em “Ela suicidou-se”, “se” é pronome oblíquo e integra um verbo pronominal.
D) Incorreta. Em “Confia-se em Deus”, “se” funciona como índice de indeterminação do sujeito.
E) Incorreta. Em “Deu-se um presente ao senhor”, “se” funciona como partícula apassivadora.
Questão: 8
Alternativa A.
A) Correta. Em “Alanna Silva reforça que...”, a palavra “que” introduz uma oração que completa o sentido do verbo “reforça”, isto é, uma oração subordinada substantiva objetiva direta. Assim, “que” funciona como conjunção integrante.
B) Incorreta. Em “fatores de risco que podem levar...”, “que” retoma “fatores de risco”, funcionando como pronome relativo.
C) Incorreta. Em “É o que mostra...”, “que” não funciona como conjunção integrante; na expressão “o que”, retoma-se uma informação anterior, por isso “que” funciona como pronome relativo.
D) Incorreta. Em “ela, que é a primeira autora...”, “que” retoma o pronome “ela”, funcionando como pronome relativo.
Questão: 9
Certo.
Em “Choveu que alagou tudo”, “que” introduz uma ideia de consequência, funcionando como conjunção adverbial consecutiva.
Em “Acho que não podemos”, “que” introduz uma oração que completa o sentido de “acho”, ou seja, “que” introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta, funcionando como conjunção integrante.
Em “Tenho que tentar”, “que” tem valor próximo ao da preposição “de”, como em “tenho de tentar”.
Questão: 10
Alternativa B.
I. Correto. A partícula “que”, indicada na linha 5, exerce função de conjunção integrante, pois introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta, que completa o sentido do verbo “descobrir”, da oração principal.
II. Correto. As partículas “que” indicadas nas linhas 9 e 25 retomam elementos anteriores no enunciado, funcionando como pronomes relativos, ou seja, têm a mesma classificação morfológica.
III. Incorreto. Há, no texto, ao menos uma ocorrência de “que” com função de conjunção integrante, como indicado no item I.
Questão: 11
Alternativa D.
I. Correto. Em “Já visitou a casa de um ente querido que não via há anos?”, “que” retoma “ente querido”, funcionando como pronome relativo.
II. Incorreto. Em “O que significa ‘sentir nostalgia’?”, “que” não é conjunção subordinativa integrante. Ele participa de uma estrutura interrogativa, tendo valor de pronome interrogativo.
III. Correto. Em “A forma como entendemos a nostalgia mudou tanto ao longo dos séculos que hoje muitos a enxergam...”, “que” estabelece relação de consequência, funcionando como conjunção subordinativa consecutiva.
IV. Correto. Em “É notável que a indústria do entretenimento tem investido...”, “que” introduz uma oração subordinada que funciona como sujeito da oração principal, ou seja, uma oração subordinada substantiva subjetiva. Assim, “que” funciona como conjunção subordinativa integrante.
Questão: 12
L. 18 — 1. Pronome relativo. A palavra “que” retoma um termo anterior e introduz uma oração com valor adjetivo.
L. 22 — 1. Pronome relativo. A palavra “que” também retoma um antecedente expresso no texto, funcionando como pronome relativo.
L. 24 — 2. Conjunção integrante. A palavra “que” introduz uma oração subordinada substantiva, ligando-a à oração principal.
L. 32 — 1. Pronome relativo. A palavra “que” retoma um termo anterior, introduzindo uma oração subordinada adjetiva.
L. 42 — 3. Pronome interrogativo. A palavra “que” aparece em construção interrogativa, equivalendo a “qual”.
L. 50 — 2. Conjunção integrante. A palavra “que” introduz uma oração subordinada substantiva, exercendo função de conjunção integrante.
Certo.
Em “Choveu que alagou tudo”, “que” introduz uma ideia de consequência, funcionando como conjunção adverbial consecutiva.
Em “Acho que não podemos”, “que” introduz uma oração que completa o sentido de “acho”, ou seja, “que” introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta, funcionando como conjunção integrante.
Em “Tenho que tentar”, “que” tem valor próximo ao da preposição “de”, como em “tenho de tentar”.
Fonte: Brasil Escola - https://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-gramatica/exercicios-sobre-vocabulo-que-conjuncao-integrante-pronome-relativo.htm