(Furb) Sobre a Semana de Arte Moderna de 1922, é correto afirmar que:
A) A Semana de Arte Moderna, celebrada em 1922, celebrava a Independência do Brasil e resgatava as técnicas e os movimentos artísticos clássicos para celebrar aquele acontecimento.
B) A Semana de Arte Moderna pretendia renovar a estética e a cultura no Brasil da época, rompendo com antigas tradições e incentivando a liberdade artística.
C) A Semana de Arte Moderna buscava criar uma identidade artística para o Brasil arrojada e ligada aos movimentos globais, a influência de pintores alemães e italianos tornou-se um dos principais marcos do movimento.
D) A Semana de Arte Moderna visava transformar a arte brasileira, tornando-a mais academicista e acompanhando os movimentos mais contemporâneos da Europa.
E) A Semana de Arte Moderna congregou principalmente pintores de diferentes regiões do país e se destinou exclusivamente a apresentar pinturas consideradas relevantes para aquele momento, dando destaque também à arte da pintura do período colonial.
Questão: 2
(Unimontes) O ano de 1922 foi marcante na história do Brasil. Em fevereiro desse ano, durante uma semana, um grupo de jovens escritores, pintores e músicos rompeu com os rígidos padrões acadêmicos tradicionais que predominavam na criação artística brasileira. Em relação à Semana de Arte Moderna, assinale a alternativa INCORRETA.
A) Depois de 1922, a arte brasileira não foi mais a mesma e sua relação com a arte estrangeira passou a ser objeto de reflexão e debate.
B) Os modernistas apregoaram que a arte brasileira não deveria ser uma mera cópia do que se fazia em países europeus.
C) São expoentes desse movimento Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Oswald de Andrade e Mário de Andrade.
D) Os modernistas reafirmaram os postulados clássicos na arte brasileira, repudiando a inovação artística na literatura e na pintura.
Questão: 3
(Instituto AOCP) Sobre a Semana de Arte Moderna de 1922, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A Semana de Arte Moderna de 1922 foi realizada em São Paulo, visando criticar o nacionalismo exacerbado pós-guerra.
( ) Um dos objetivos da Semana de Arte Moderna de 1922 foi renovar o ambiente cultural e artístico de São Paulo e do país.
( ) Entre os participantes e propositores da Semana de Arte Moderna de 1922, havia o desejo de repensar o ambiente artístico e cultural do Brasil, desvinculando-o das estéticas europeias.
A) F – V – V.
B) V – V – V.
C) F – F – V.
D) V – V – F.
E) F – F – F.
Questão: 4
(Cecierj) A Semana de Arte Moderna de 1922 significou o estabelecimento de um novo paradigma para a cultura brasileira. Uma das opções abaixo contém elementos que confirmam esse estabelecimento. Assinale-a:
A) invenção de novas formas de linguagem, combinando o português com as línguas dos povos originários, feitas por autores como João Ribeiro.
B) reprodução das tradições brasileiras através da obra Como me ufano do meu país, de Affonso Celso, e do romance A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo.
C) abertura e criação de novos caminhos para a arte e a literatura brasileira com as telas de Tarsila do Amaral e o romance Macunaíma, de Mário de Andrade.
D) renovação dos estudos da arte e da arquitetura com a criação de projetos de cidades, como Belo Horizonte, através do arquiteto Lucio Costa e do urbanista Alfred Agache.
Questão: 5
(UFC) A antropofagia cultural, defendida pelos intelectuais brasileiros modernistas envolvidos na Semana de Arte Moderna, ocorrida em 1922, remetia:
A) à defesa da arte indígena.
B) à supremacia da cultura brasileira.
C) ao comodismo cultural da produção artística popular.
D) à confirmação da forma tradicional da arte brasileira.
E) ao aproveitamento da cultura europeia na realidade brasileira.
Questão: 6
(Vunesp)
Essas coisas
“Você não está na idade
de sofrer por essas coisas.”
Há então a idade de sofrer
e a de não sofrer mais
por essas, essas coisas?
As coisas só deviam acontecer
para fazer sofrer
na idade própria de sofrer?
Ou não se devia sofrer
pelas coisas que causam sofrimento
pois vieram fora de hora, e a hora é calma?
E se não estou mais na idade de sofrer
é porque estou morto, e morto
é a idade de não sentir as coisas, essas coisas?
(Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco, 2012)
Entre os propósitos renovadores instaurados pela Semana de Arte Moderna de 1922, flagra-se, no poema de Drummond, a
A) preocupação com aspectos formais.
B) subversão da norma linguística.
C) valorização do elemento nacional.
D) adoção do verso livre.
E) opção por temática social.
Questão: 7
(PUC)
“Sem programa estético definido, a Semana de Arte Moderna de 1922 desempenha na história da arte brasileira muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens.” (In: Semana de Arte Moderna. Enciclopédia Itaú Cultural de Artes Visuais. Disponível em: http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia. Acesso: 19 ago. 2013).
O trecho em que uma rejeição ao conservadorismo literário se manifesta é:
A) “A ventania misteriosa passou na árvore cor-de-rosa, e sacudiu-a como um véu, um largo véu, na sua mão.” (Cecília Meireles, “Epigrama 11”).
B) "Cairei de joelhos soluçando. Teu amor distante ficará. Mortas as flores, sombras doentes. Teu amor perdido ficará.” (Augusto Frederico Schmidt, “Cairei de joelhos”).
C) “Estou farto do lirismo comedido do lirismo bem comportado Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo [e manifestações de apreço ao Sr. diretor.” (Manuel Bandeira, “Poética”).
D) “Uma lua no céu apareceu cheia e branca; foi quando, emocionada A mulher a meu lado estremeceu E se entregou sem que eu dissesse nada.” (Vinicius de Moraes, “Soneto de despedida”)
Questão: 8
(Copeps) LEIA com atenção os dois textos abaixo e faça o que se pede.
TEXTO I
Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da nação brasileira
Dizem todos os dias
me dá um cigarro.
Deixa disso, camarada
TEXTO II
Vício na fala
Para dizerem milho
Dizem mio
Para dizerem melhor
dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
e vão fazendo telhados.
ANDRADE, Oswald de. Seleção de textos. São Paulo. Nova Cultural, 1988.
O modernismo de 1922 foi um movimento de ruptura com os cânones da literatura nacional. Um dos protagonistas da Semana de Arte Moderna e do modernismo, Oswald de Andrade, professa uma poesia irreverente, paródica e radical.
Nos dois textos acima, Oswald de Andrade, por meio do discurso poético e metalinguístico,
A) defende o uso da modalidade coloquial como código literário.
B) argumenta contra os estrangeirismos no Português do Brasil.
C) defende o uso da norma padrão da língua portuguesa na poesia.
D) delimita as variantes linguísticas coloquial e culta no Brasil.
Questão: 9
(Uema) O quadro Abaporu faz parte do movimento antropofágico nas artes plásticas. A Semana de Arte Moderna, de 1922, ocorreu entre os dias 12 a 17 de fevereiro no Teatro Municipal de São Paulo, no bojo das comemorações do Centenário da Independência do Brasil.

https://memoria.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2013/11/o-que-foi-a-semana-de-arte-moderna
Sobre a Semana de Arte Moderna de 1922, é possível afirmar que
A) tinha influência do barroco contemporâneo na pintura e na literatura, pelo rebuscamento nas imagens e a escolha de temas antropomórficos; congregou artistas de diversas áreas, como a pintura, escultura, arquitetura, dança, música, literatura.
B) seguia os padrões estéticos europeus do realismo, com influência das ideias dos artistas ligados à arte abstrata; contou com o patrocínio de diversos membros da burguesia industrial que ali se consolidava.
C) representou um momento de renovação artística e cultural da cidade de São Paulo, com a defesa de uma arte politicamente engajada; seguia a tendência estética da renovação parnasianista, especialmente na poesia.
D) buscava romper com influências das estéticas estrangeiras, adotando uma arte brasileira autêntica; reuniu novos artistas influenciados pelas vanguardas europeias, tornando a arte moderna uma realidade cultural no Brasil.
E) era contrária ao racionalismo e aos valores burgueses, representando os anseios das ascendentes oligarquias cafeeiras paulistas; foi promovida por artistas revolucionários, tornando-se um marco para o modernismo brasileiro.
Questão: 10
(PUC) O ano de 1922 é marcado no Brasil por dois grandes eventos: as comemorações do Centenário da Independência, no Rio de Janeiro; e a Semana de Arte Moderna realizada no Theatro Municipal, em São Paulo.

Capa do Catálogo da Semana de Arte Moderna feita por Di Cavalcanti https://www.preparaenem.com/historia-do-brasil/ ruptura-na-semana-arte-moderna-1922.htm Acesso em 29 abril 2022.
Em relação à Semana de Arte Moderna no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.
A) A Semana de Arte Moderna pretendia romper com o padrão estético e cultural dominado até então pela Academia Brasileira de Letras e Academia Nacional de Belas Artes, sendo fortemente inspirada em padrões vanguardistas europeus, em especial o futurismo.
B) A Semana de Arte Moderna paulista foi um evento que pretendia a transformação estética das artes e da cultura brasileiras nos anos de 1920-1930, dando voz a setores até então desprezados pelas elites como os intelectuais e artistas negros do pós-abolição.
C) A Semana de Arte Moderna pretendia uma transformação estética e contou com a presença de artistas como Anita Malffati, Manuel Bandeira, Oswald de Andrade e Mário de Andrade.
D) A Semana de Arte Moderna foi marcada pela participação de artistas de diferentes áreas e sua ocorrência foi possível graças ao mecenato da burguesia cafeeira paulista.
Questão: 11
(UFPR)
“A ambição do grupo [modernista] era grande: educar o Brasil, curá-lo do analfabetismo letrado, e, sobretudo, pesquisar uma maneira nova de expressão, compatível com o tempo do cinema, do telégrafo sem fio, das travessias aéreas intercontinentais”.
(Boaventura, M. E. A Semana de Arte Moderna e a Crítica Contemporânea: vanguarda e modernidade nas artes brasileiras. Conferência – IEL-Unicamp, 2005, p.5-6. Fonte: http://www.iar.unicamp.br/dap/vanguarda/artigos.html).
Conforme o trecho acima e os conhecimentos sobre a Semana de Arte Moderna de 1922 e o modernismo brasileiro subsequente, é correto afirmar:
A) A Semana de 1922 marcou o modernismo inspirado em vanguardas europeias, buscando uma nova arte com uma identidade brasileira experimental, miscigenada, antropofágica e cosmopolita. O movimento celebrava o progresso da nação, simbolizado pelo desenvolvimento da cidade de São Paulo.
B) A Semana foi o grande marco da arte moderna brasileira, caracterizando-se pela busca por uma imitação do surrealismo e do cubismo, realizada por acadêmicos em constante contato com os artistas europeus.
C) A Semana de 1922 somou-se ao regionalismo nordestino para mostrar as raízes da cultura brasileira, recusando qualquer interferência da arte estrangeira. Os modernistas fizeram, com isso, uma forte crítica à modernização e à alfabetização brasileira.
D) Monteiro Lobato e Mário de Andrade lideraram a Semana de 1922, que teve o intuito de aliar as produções mais recentes no campo da música, literatura e artes plásticas futuristas com as obras tradicionalistas da arte brasileira.
E) Os modernistas passaram a se organizar, depois da Semana de 1922, para efetivar uma arte revolucionária nos moldes do realismo soviético, pois acreditavam na conscientização da população para uma mudança no poder.
Questão: 12
(Enem)
A partir dos anos 1970, a diversidade étnica e cultural ganha maior reconhecimento com movimentos culturais, tais como o “Tropicalismo”, os “Afrobahianos”, as inserções de referências religiosas afro-brasileiras na Bossa Nova e o “Teatro do Oprimido”. Tudo isso foi antecipado pelo Movimento de Cultura Popular, fundado por Paulo Freire nos anos de 1960.
MEDEIROS, B. T. F. Quilombos, políticas patrimoniais e negociações. In: BARRIO, A. E.; MOTTA, A.; GOMES, M. H. (Org.). Inovação cultural, patrimônio e educação. Disponível em: http://campus.usal.es. Acesso em: 4 set. 2017 (adaptado).
Essa ideia nacionalista surgiu dos sonhos de Mário de Andrade e da Semana de Arte Moderna de 1922, que visava o(a)
A) incorporação ao patrimônio nacional das culturas negra e portuguesa.
B) representação das realidades social e econômica do início do século.
C) reflexo da igualdade mestiça nos processos de patrimonialização.
D) ideal da diversidade cultural como categoria identitária nacional.
E) constituição da materialidade e da multiplicidade socioculturais.
Alternativa B.
A alternativa B está certa, pois sintetiza o projeto modernista: renovação estética/cultural, ruptura com tradições rígidas e defesa de liberdade artística.
A alternativa A está incorreta, pois a Semana de Arte Moderna não buscou “resgatar” o clássico, mas criticou o academicismo e o conservadorismo.
A alternativa C está incorreta, pois a Semana de Arte Moderna dialoga com vanguardas europeias em geral, mas não tem como “principal marco” a influência específica de alemães e de italianos.
A alternativa D está incorreta, pois o modernismo combateu a arte “mais academicista”, em vez de promovê-la.
A alternativa E está incorreta, pois a Semana de Arte Moderna não foi “exclusivamente” de pintura nem se limitou a “apresentar pinturas relevantes”: houve música, literatura, debates etc.
Questão: 2
Alternativa D.
A alternativa D é a incorreta, conforme pede o enunciado, pois diz o contrário do que representa o modernismo: eles criticaram o clássico/academicista e defenderam a inovação.
A alternativa A está correta, pois 1922 vira marco de debate sobre identidade artística e sobre relação com a arte estrangeira.
A alternativa B está correta, pois um eixo do modernismo é romper com a simples imitação europeia.
A alternativa C está correta, pois esses nomes são referências centrais do modernismo brasileiro (mesmo com trajetórias e com momentos diferentes).
Questão: 3
Alternativa A.
A alternativa A está correta.
A primeira sentença é falsa, pois a Semana de Arte Moderna não tinha como objetivo criticar um nacionalismo exacerbado, mas, sim, exaltar a identidade nacional.
A segunda sentença é verdadeira, pois a Semana de Arte Moderna teve, de fato, uma intenção renovadora artística e cultural.
A terceira sentença é verdadeira, pois a Semana de Arte Moderna, apesar das inspirações nas vanguardas europeias, não pretendia ser uma cópia das tendências da Europa.
Questão: 4
Alternativa C.
A alternativa C está correta, pois articula ícones modernistas (Tarsila e Macunaíma) como evidência de renovação de linguagem e de projeto cultural.
A alternativa A está incorreta, pois não corresponde ao núcleo do modernismo de 1922 e atribui o movimento a autores/estratégias que não são o símbolo do movimento.
A alternativa B está incorreta, pois cita obras associadas a tradições anteriores (e não à ruptura modernista).
A alternativa D está incorreta, pois mistura urbanismo/arquitetura com informações deslocadas do marco de 1922 e com atribuições problemáticas para o contexto pedido.
Questão: 5
Alternativa E.
A alternativa E está correta, pois define a ideia central do modernismo: absorver (devorar) referências externas e transformá-las em arte brasileira.
A alternativa A está incorreta, pois a antropofagia não é “defesa exclusiva” do indígena, mas, sim, metáfora de devorar influências para recriar artisticamente.
A alternativa B está incorreta, pois não se via a cultura brasileira a partir da ideia de “supremacia”, uma vez que havia uma reelaboração crítica, e não um ufanismo simplista.
A alternativa C está incorreta, pois a “antropofagia” do movimento não tem a ver com “comodismo”, já que é uma proposta ativa e radical de criação.
A alternativa D está incorreta, pois a antropofagia rompe com formas tradicionais, em vez de confirmá-las.
Questão: 6
Alternativa D.
A alternativa D está correta, pois há versos sem métrica regular e sem esquema fixo, marcas do verso livre modernista.
A alternativa A está incorreta, pois o traço mais evidente não é a forma fixa/regular, mas, sim, a liberdade estrutural.
A alternativa B está incorreta, pois esse poema não trabalha “erro” nem ruptura gramatical como eixo.
A alternativa C está incorreta, pois esse não é um poema de exaltação nacional/identitária.
A alternativa E está incorreta, pois a reflexão é existencial/filosófica, e não predominantemente social.
Questão: 7
Alternativa C.
A alternativa C está correta, pois o trecho é metapoético e combativo (“estou farto do lirismo comedido...”): nele, há uma recusa explícita de padrões conservadores.
A alternativa A está incorreta, pois o trecho não expressa ruptura programática com o conservadorismo (é lírico, não “manifesto”).
A alternativa B está incorreta, pois também segue um lirismo tradicional, sem ataque ao “bem comportado”.
A alternativa D está incorreta, pois mantém traços formais tradicionais (soneto/lirismo), sem crítica direta ao academicismo.
Questão: 8
Alternativa A.
A alternativa A está correta, pois ele valoriza a fala cotidiana (“me dá um cigarro”) como matéria legítima de poesia.
A alternativa B está incorreta, pois o foco não são estrangeirismos, mas, sim, o contraste entre norma gramatical e uso real da língua.
A alternativa C está incorreta, pois os textos criticam a imposição da gramática normativa como único modelo “correto”.
A alternativa D está incorreta, pois, apesar de aparecer o contraste entre variante culta e coloquial, o objetivo é legitimar a coloquial na literatura, e não “delimitar” de modo neutro.
Questão: 9
Alternativa D.
A alternativa D está correta, pois resume bem a tensão central do período: busca de arte brasileira e diálogo com vanguardas europeias (sem cópia, mas com inspiração).
A alternativa A está incorreta, pois não é “barroco contemporâneo” o eixo explicativo do modernismo de 1922.
A alternativa B está incorreta, pois a Semana de Arte Moderna não seguiu o “realismo” como padrão, uma vez que a ruptura é justamente contra modelos rígidos.
A alternativa C está incorreta, pois “renovação parnasianista” é contraditório: o modernismo é que rompe com o parnasianismo.
A alternativa E está incorreta, pois mistura caracterizações sociopolíticas que não definem corretamente o evento e seus agentes.
Questão: 10
Alternativa B.
A alternativa B está incorreta, conforme pede o enunciado, pois a Semana de Arte Moderna, no recorte histórico mais aceito, não “deu voz” de modo central a intelectuais/artistas negros do pós-abolição, sendo majoritariamente articulada por círculos intelectuais e por elites culturais comumente frequentados por pessoas brancas.
A alternativa A está correta, pois houve ruptura com academicismo e forte diálogo com vanguardas (o futurismo foi uma referência importante no período).
A alternativa C está correta, pois os nomes citados se associam ao modernismo e ao ambiente cultural do evento.
A alternativa D está correta, pois o apoio financeiro e social de setores da elite paulista foi decisivo para viabilizar o evento.
Questão: 11
Alternativa A.
A alternativa A está correta, pois descreve o modernismo como ruptura, experimentação e diálogo com vanguardas, buscando pela identidade brasileira e por uma linguagem nova.
A alternativa B está incorreta, pois a Semana de Arte Moderna não foi uma “imitação acadêmica” de vanguardas, mas, sim, uma contestação do academicismo.
A alternativa C está incorreta, pois os modernistas não recusaram toda influência externa: eles a reelaboraram criticamente.
A alternativa D está incorreta, pois Monteiro Lobato não “liderou” a Semana de Arte Moderna e, em vários momentos, foi crítico de tendências modernistas.
A alternativa E está incorreta, pois o modernismo brasileiro não se organizou “nos moldes do realismo soviético” como projeto artístico do movimento.
Questão: 12
Alternativa D.
A alternativa D está correta, pois sintetiza o que o texto destaca: construir a identidade nacional a partir da diversidade étnica e cultural.
A alternativa A está incorreta, pois reduz a ideia a dois pólos (“negra e portuguesa”), e a proposta modernista é mais ampla (pluralidade cultural brasileira).
A alternativa B está incorreta, pois ela remete mais a projetos de representação social/econômica (realismo/denúncia) do que ao ponto central do trecho.
A alternativa C está incorreta, pois “igualdade mestiça” é uma formulação específica e controversa, não sendo o alvo principal do enunciado.
A alternativa E está incorreta, pois é vaga e abstrata: não explicita a ideia-chave do movimento, ou seja, a diversidade cultural como identidade nacional.
Fonte: Brasil Escola - https://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-literatura/exercicios-sobre-semana-arte-moderna.htm