Exercícios sobre a religiosidade medieval

Nestes exercícios sobre a religiosidade medieval, é possível testar seus conhecimentos a respeito da importância da religião no seio da vida na Idade Média.

Publicado por: Cláudio Fernandes

Questões

  1. Questão 1

    (Puccamp) Preparando seu livro sobre o imperador Adriano, Marguerite Yourcenar encontrou numa carta de Flaubert esta frase: "Quando os deuses tinham deixado de existir e o Cristo ainda não viera, houve um momento único na história, entre Cícero e Marco Aurélio, em que o homem ficou sozinho". Os deuses pagãos nunca deixaram de existir, mesmo com o triunfo cristão, e Roma não era o mundo, mas no breve momento de solidão flagrado por Flaubert o homem ocidental se viu livre da metafísica - e não gostou, claro. Quem quer ficar sozinho num mundo que não domina e mal compreende, sem o apoio e o consolo de uma teologia, qualquer teologia? (Luiz Fernando Veríssimo. Banquete com os deuses).

    A compreensão do mundo por meio da religião é uma disposição que traduz o pensamento medieval, cujo pressuposto é:

  2. Questão 2

    (Puccamp) Valendo-se de sua crescente influência religiosa, a Igreja passou a exercer importante papel em diversos setores da vida medieval:

  3. Questão 3

    Leia o texto a seguir:

    “A Igreja era, com frequência, o único edifício de pedra em toda a redondeza; era a única grande construção em muitas léguas, e seu campanário era um ponto de referência. Aos domingos e durante o culto, todos os habitantes podiam encontrar-se ali, e o contraste entre o edifício grandioso, com suas pinturas, talhas e esculturas, e as casas humildes em que as pessoas viviam, era esmagador.” (Adaptado de E. H. Gombrich. História da Arte. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1993, p. 126.)

    Neste texto, o grande historiador da arte, E. Gombrich, ressalta:

  4. Questão 4

    Leia o texto e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA:

    “[...] Pouco a pouco, a Europa inteira vai e põe-se a venerar os santos, 'esses mortos muito especiais' […], cuja vida exemplar e a perfeição heroica transformam os restos corporais (as relíquias) em um depósito de sacralidade, um canal privilegiado de comunicação com a divindade e uma garantia de proteção celeste, até mesmo de eficácia miraculosa. Cada diocese tem, doravante, o seu santo padroeiro: mártir ou bispo fundador mais ou menos lendário, ele é um patronus, no sentido que esta palavra tinha na sociedade romana, ou seja, um poderoso protetor capaz de cuidar de sua clientela, um personagem influente na corte celeste [...]”. (Baschet, J. A civilização feudal. Do ano mil à colonização da América. São Paulo: Globo, 2006, p. 63-64.).